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Procuramos colaboradores

O blog dos Grandes Filmes está buscando colaboradores fixos para escreverem no blog.

Quentin Tarantino apontando
Nós queremos você

Estamos procurando pessoas que estejam dispostas a escrever regularmente para o blog. Amantes do cinema e de séries, com alguma disponibilidade para publicar textos e notícias.

A única exigência é que saiba escrever corretamente.

Os selecionados serão incluídos em nossa nova página "Quem Somos", com divulgação do nome e links para seu blogger e twitter.

Além disso, seus textos serão publicados em um site que atualmente conta com 160 mil pageviews mensais. Uma boa para quem busca visibilidade para o que escreve.

Todos que se tornarem colaboradores receberão login e senha para subir os textos diretamente no blog, além das instruções a serem seguidas.

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A Suprema Felicidade: O hino de amor ficou nas entrelinhas :: Crítica

A Suprema Felicidade marca a volta de Arnaldo Jabor aos cinemas. Depois do clássico Eu Sei Que Vou Te Amar, ele dirige e roteiriza o filme que abriu o Festival do Rio. O longa conta a história de Paulinho, acompanhando a infância do menino até a maioridade e tendo como cenário o Rio Antigo.


A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor
Marco Nanini é o avô de Paulinho, um sambista com a alma carioca, é músico e rende-nos no final uma belíssima cena. Mescla momentos de avô brincalhão (com o lado brando, carinhoso, confidente) com outros de malandro e despudorado. Ele é doente, mas os espectadores não são informados diretamente disso, mas sim chegam à conclusão a partir das ações e atitudes tomadas por ele e pela competência de Nanini.

Outras atuações de igual importância é de Dan Stulbach e Mariana Lima, os pais de Paulinho. A personagem de Dan é Marco, um aviador que tenta ser promovido mas não consegue. Já Mariana é Sofia, uma mãe submissa que tenta se libertar das amarras da vida de dona de casa. No início do longa é visualizado o casal feliz, mas ao longo da trama essa felicidade e o amor vai se deteriorando; a partir das atitudes suspeitas do pai e das dúvidas quanto à sua fidelidade.

O problema nos personagens é que nenhum deles faz nada para melhorar ou acabar com a situação de submissão e desconfiança. A mãe acha que o marido tem uma amante e passa o filme inteiro reclamando, sem tomar uma atitude, já ele não tem a tal promoção que tanto sonhava. Essas personagens não têm desfecho e suas tramas permanecem nessa mesmice.

Pequenas atuações fazem toda a diferença, como João Miguel, um pipoqueiro que durante toda a trama está a relatar suas peripécias sexuais. Com piadas de duplo sentido ele consegue, apesar de seu personagem não ter conflito algum, imprimir uma interpretação longe da caricatura.

A Suprema Felicidade, de Arnaldo Jabor
Maria Flor e Tammy di Calafiori são mulheres pelas quais Paulinho se apaixona. A primeira é uma “médium” que conversa com o espírito da mãe , já a segunda é uma stripper. Tammy consegue imprimir as angústias de uma mulher objeto muito bem, mas sua personagem acaba não tendo tanta relevância.

A direção do longa é um tanto irregular, intercalando momentos interessantes, como o relacionamento entre avô e neto, com outros nem um pouco importantes.

O filme é uma grande alegoria de personagens cariocas, mas sua trama é arrastada e repetitiva. A montagem inicial intercalando vários momentos da vida de Paulinho não é mantida até o final. A trama percorre muitos anos, com muitas histórias de vários personagens, sua narrativa é um tanto tradicional e com muitas referências; mas a saga em si acaba não sendo significativa.

O que parece é que Jabor parou no tempo e não acompanhou o crescimento do cinema nacional, fazendo filmes como antigamente. O hino de amor ao Rio ficou escrito nas entrelinhas.

Texto da colaboradora Thais Nepomuceno - @thaisNepo_

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Veja o trailer e a ficha do filme de A Suprema Felicidade

Brazil - O Filme: Distopia e visionarismo de Terry Gilliam :: Crítica

Brazil é uma daquelas obras-primas que nos respondem porque amamos tanto a sétima arte.

O fantástico diretor Terry Gilliam nos conduz junto a Sam Lowry em sua tentativa de (sobre)viver num país que tenta esmagá-lo diariamente (Brasil???). Burocrático, tecnocrata e autoritário, o sistema mantém o status quo, mas já vê brotar em si o germe da dissidência. Seja nos crescentes atentados terroristas, muitos deles liderados pelo personagem de Robert DeNiro, seja nos delírios subversivos dos próprios indivíduos que movimentam a máquina, como nosso protagonista, que escapa constantemente para um mundo onírico onde ele é livre para voar e salvar sua amada das garras do opressor.

O título Brazil pode estar relacionado à internacionalmente famosa burocracia que temos por aqui ou ao também conhecido regime totalitário que governava nosso país na época em que o filme foi produzido e rodado.

A verdadeira razão não importa, pois os meios são justificados pelos fins, e o título do filme acaba permitindo Aquarela do Brasil como a principal música da trilha sonora. Não existe nenhuma outra ligação explícita entre Brazil – O Filme e o Brasil (o país).

Um dia esse Estado falha e condena por engano um inocente, confundindo-o com um terrorista. Uma série de motivos terminam por envolver Sam Lowry em situações que o conduzirão à condição de inimigo público.

Sequências incríveis nos levam a uma segunda metade e, principalmente, a uma sequência final inesquecíveis e genialmente visionárias para a época, onde sonho e realidade se confundem.

É uma história para amar e não esquecer mais. Certamente influenciou caminhões de obras posteriores. Filmaço!!!

Texto do colaborador Wilson Antonio - @djmentex - ATENÇÃO! A REPRODUÇÃO DESTE TEXTO SÓ É PERMITIDA COM AUTORIZAÇÃO DO AUTOR.

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Veja o trailer e a ficha do filme de Brazil - O Filme

Karate Kid traz de volta os anos 80 :: Crítica

Refilmagem da trilogia de grande sucesso dos anos 80:Karatê Kid – A Hora da Verdade (1984), Karatê Kid – A Hora da Verdade Continua (1986) e Karatê Kid – O Desafio Final (1989). Os três trouxeram os personagens lendários: Daniel Larusso (Ralph Macchio) e seu mestre Senhor Miyagi (Pat Morita).

Quem, com mais de 25 anos hoje, não lembra ou já não tentou imitar na sua infância o famoso "golpe da garça"?

No filme de 2010, o personagem principal é Dre Parker (Jaden Smith, filho de Will Smith), que se muda para a China com sua mãe Sherry Parker (Taraji P. Henson), por questões profissionais. Dre viaja contrariado e já no país oriental se acha completamente perdido na linguagem, sofrendo um grande choque cultural. Ao se envolver em uma briga com um garoto local e seu grupo de amigos, por fazer amizade com Mei Yinj (Han Wenwen), passa a ser perseguido e ameaçado pelos meninos.

No meio de uma surra, Dre acaba “ganhando” um professor de kung fu: Sr. Han (Jackie Chan), que é conhecido por “o homem da manutenção”. Um sujeito calado, estranho e com um grande conflito emocional.

O filme tem muitas cenas divertidas e engraçadas, a maioria vindas da espontaneidade de Jaden Smith. Também temos cenas de forte emoção, como a do carro do Sr. Han, que termina em um treinamento que aparece apenas em sombras. Simplesmente linda!

Jaden Smith não compromete como protagonista e consegue mostrar boas nuances nas interpretações e mudanças de humor, além de ser uma simpatia. Já Taraji P. Henson infelizmente não tem espaço para desenvolver sua personagem e acaba não dizendo a que veio, diferentemente do que ocorreu em “O Curioso Caso de Benjamin Button”, onde foi indicada ao Oscar.

A trilha composta por James Horner (de Titanic e Avatar) é inspiradora e muito adequada às paisagens e treinamentos. A fita custou cerca de US$ 40 milhões e foi dirigida pelo holandês Harald Zwart (de Agente Teen e A Pantera Cor de Rosa).

Karate Kid traz, sim, a nostalgia e a magia dos anos 80 de volta.

Texto do colaborador Luciano Silva Rocha - @lucianosrocha

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Veja o trailer e a ficha do filme de Karate Kid

A vida de Chico Xavier :: Crítica

Filme baseado na biografia "As Muitas Vidas de Chico Xavier", de Marcel Souto Maior. Tenta nos dar um apanhado do que foi a vida do mais famoso médium brasileiro, que completaria 100 anos em 2010. Tenta... talvez, dependendo do ponto de vista, até consegue, mas de forma muito superficial.


Orlando (Tony Ramos) é o diretor de um famoso programa de TV da década de 70, onde Chico Xavier estava participando da sabatina dos convidados. Enquanto Chico responde às perguntas e conta suas histórias, o filme se desenvolve em flashbacks.

O problema é que Orlando não convence como personagem, assim como a maioria, tirando os atores Ângelo Antônio (Chico Xavier na juventude) e Nélson Xavier (Chico Xavier mais velho), este muito semelhante fisicamente com o Chico real. Os dois conseguiram passar o que sempre pudemos observar de Chico: serenidade, sinceridade e carisma.

Destaque também para a reconstituição de época, o figurino e a montagem, onde o filme não segue linha cronológica.

O espírito que seguiu Chico Xavier, Emmanuel (André Dias), foi outro ponto fraco do filme, já que não teve grandes cenas, emoções e revelações importantes para a trama.

Independente da religião que seguem muitas pessoas admiram Chico Xavier, não como espírita e sim como um grande ser humano. Nem isso o filme conseguiu retratar com maior emoção ou fidelidade, pois tentou mostrar tudo sobre a vida dele e se perdeu em um vazio que não enfatizou nada em especial.

As sessões espíritas, que deveriam ser um dos pontos altos do filme, são mostradas em poucas cenas que não convencem e não passam a ideia maior do protagonista. Assim como suas obras de caridade também não são mostradas com maior fidelidade e desenvoltura.

Em dado momento do filme Chico Xavier (Ângelo Antônio) diz: "Ninguém pode voltar atrás e fazer um novo começo, mas qualquer um pode recomeçar e fazer um novo fim.".

Fica a mensagem...

Texto do colaborador Luciano Silva Rocha - @lucianosrocha

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Veja o trailer e a ficha do filme de Chico Xavier


A vida de Chico Xavier :: Crítica é um post original do blog dos Grandes Filmes.

A Origem é a obra-prima de Nolan :: Crítica

O diretor e roteirista Christopher Nolan é o responsável pelos dois últimos filmes da franquia Batman, os melhores do homem-morcego. Além desses, ainda dirigiu Following, Insônia, o cultuadíssimo Amnésia e O Grande Truque.


A Origem, como todo bom filme de Nolan, explora o labirinto da mente humana. Dom Cobb – vivido eximiamente por Leonardo DiCaprio – invade os sonhos alheios e rouba informações. É como o filme se inicia, quando recebe uma proposta de Saito (Ken Watanabe) para fazer o trabalho contrário, inserir uma ideia no subconsciente de um terceiro (Cillian Murphy).

Escrever a sinopse foi simples, ao contrário do filme. A começar pelo gênero, pois é difícil classificá-lo somente em um. Eu o classificaria como thriller de ação psicológico. Algumas pessoas classificaram-no como drama, mas ele não sustenta o gênero.

A figura do anti-herói e a discussão iniciada em The Dark Knight é evidenciada com personagens imorais. Marion Cotillard é Mal, o fantasma de Cobb; seu talento a torna crível, exibindo a personalidade autodestrutiva e desequilibrada da mulher traída. O casting é brilhante: DiCaprio, Ellen Page, Tom Hardy e Pete Postlethwaite, além dos já familiarizados com a linguagem do diretor: Michael Caine, Cillian Murphy e Ken Watanabe. Temos também Joseph Gordon-Levitt – que supostamente será o próximo vilão do Batman, o Charada – e outros igualmente bem.


O pensamento é contínuo, segundo Cobb; partindo dessa premissa é possível traçar um paralelo com a trilha sonora. A música nos transporta às dimensões da mente, estando ausente em raríssimos momentos, e é um dos elementos fundamentais no filme. Criada pelo ganhador do Oscar Hans Zimmer, nos transporta ao psíquico das personagens. Hans se apossa de “Non je ne regrette rien” (Eu não me arrependo de nada) de Edith Piaf, que seria uma “deixa” que eles utilizam para os seus retornos à realidade, quando imersos nos sonhos.

A Origem - O melhor preço

O filme confunde, intriga e perturba o espectador. É montado como um quebra cabeça, que cria ilusões. Além disso, as sequências de ação acontecem continuamente e inesperadamente. Tratando-se de uma história que invade a mente humana podemos esperar muitas surpresas, inclusive tecnológicas. O longa é um espetáculo de efeitos visuais.

Li em muitos blogs a respeito da expectativa do longa ser premiado com o Oscar de melhor filme. Não sei se ele será indicado, mas acredito que nas categorias de melhor roteiro original, edição, trilha sonora, diretor, direção de arte, efeitos visuais e mixagem de som, ele seja um potencial ganhador.

A Origem é, por enquanto, a obra-prima de Christopher Nolan e o filme do ano.

Texto da colaboradora Thais Nepomuceno - @thaisNepo_

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Veja o trailer e a ficha do filme de A Origem

Mini-crítica de Meu Malvado Favorito :: Crítica

Primeira animação em 3D da Universal Pictures, Meu Malvado Favorito fica longe das obras quase perfeitas da Pixar, principalmente em relação ao roteiro, mas ainda assim pode ser vista e apreciada de forma agradável.

Na história, Gru é um vilão que disputa com Vetor o posto de vilão dos vilões e tem sua trajetória modificada por 3 irmãs órfãs, que ele acaba adotando por conta de seus planos de roubar a lua.

Gru conta com criaturinhas amarelas chamadas Minions, que ajudam a construir e testar suas invenções, juntamente com um cientista maluco. Os Minions se destacam na trama trazendo muitas cenas e situações engraçadas.

Das 3 meninas, a mais jovem Agnes e é ela que acaba ganhando o público com uma doçura e ingenuidade encantadoras . Convivendo com suas filhas adotivas, Gru vai aos poucos modificando suas atitudes e se transformando.

O roteiro não tem densidade dramática ou um grande desenvolvimento de seus personagens. É muito mais voltado para o público infantil, sendo de fácil assimilação.

Texto do colaborador Luciano Silva Rocha - @lucianosrocha

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Veja o trailer e a ficha do filme de Meu Malvado Favorito

Os Mercenários é a comédia do ano :: Crítica

Os Mercenários é o novo filme de Sylvester Stallone. Para este ele contratou ícones dos filmes de ação com o intuito de transpor verossimilhança nas lutas, e o conseguiu com êxito. Mas é só. Parafrasearei Shakespeare para definir o longa: “muito barulho por nada”.

A história fala de um grupo de mercenários, liderados por Stallone, que são contratados por um agente da CIA (Bruce Willis) para combaterem um ditador, em um pequeno povoado na América Latina. Qualquer semelhança com fatos reais é mera coincidência?

O casting é o diferencial. Foram escalados os mais famosos atores do gênero para atuarem no longa: Jet Li, Jason Statham, Dolph Lundgren, Mickey Rourke, Eric Roberts, David Zayas, Steve Austin entre outros caras durões; Bruce Willis e Arnold Schwarzenegger, em participações estranhamente especiais, e Giselle Itié. Para os fãs do gênero esse poderia ser um prato feito, mas não é. Os brutamontes mostram em desastrosas atuações que, como atores, são ótimos lutadores.

O filme gira em torno de Stallone, sendo os demais meros figurantes dele. Porém, Jason Statham consegue roubar os refletores, provando que tem talento para bater e atuar. Jet Li é outro que tem mais expressividade que 80% do elenco e ainda mostra classe nos golpes.

O roteiro é interessante de tão constrangedor, podendo ser facilmente confundido com uma comédia, já que os desastrosos diálogos causam risos. Stallone faz piadas acerca dele, não satisfeito em gozar de si, ele também ri dos demais. O encontro dele, Schwazenegger e Bruce Willis é uma lente de aumento na inexpressividade dos dois grandalhões, que são amparados pelo ótimo Bruce. Dolph Lundgren, o orangotango europeu, exerce a função de vilão, com uma atuação comparável à magnitude do Cigano Igor.

O filme causou demasiado estardalhaço na mídia brasileira ganhando fama por alguns motivos: a) foi gravado no Brasil; b) reúne quase todos os grandes astros dos filmes de ação; c) tem a atriz Giselle Itié no elenco; d) Stallone falou besteiras sobre o país.

A verdade é que ele sempre soube como emplacar um sucesso, mesmo que não tenha qualidade. Os Mercenários pode ser comparado ao seu diretor: grande, forte, sujo, durão, famoso... mas quando abre a boca...

Texto da colaboradora Thais Nepomuceno - @thaisNepo_

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Veja o trailer e a ficha do filme de Os Mercenários

Uma Noite em 67 :: Crítica

Uma Noite em 67 marca a estreia da dupla de cineastas Renato Terra e Ricardo Calil e é um dos filmes que mostra o cinema brasileiro em sua melhor forma. O longa fala sobre o III Festival da Música, realizado em 67 pela TV Record, com imagens históricas dos jovens Caetano Veloso, Edu Lobo, Chico Buarque, Gilberto Gil, Rita Lee, Roberto Carlos, entre muitos outros.


O ano de 67 foi decisivo na música brasileira, quando introduziram as guitarras na MPB e se iniciaram as manifestações contra elas, quando germinou a semente da Tropicália, quando os Mutantes estavam começando a se tornar Mutantes… enfim, um período de mudanças.

Através de entrevistas e imagens dos artistas e também do próprio diretor da TV Record (que mostra um envolvimento paternal com o Festival), a dupla de cineastas conduz a plateia na ambientação do painel musical e político da época. Com os depoimentos incisivos e dubitáveis, o panorama é mostrado: uma luta pela identidade musical brasileira.

As cenas nos levam aos bastidores da música e do Festival, em que percebemos que os artistas tinham também suas inseguranças e receios. E também que até no Festival havia a manipulação da imagem dos artistas envolvidos.


A plateia era muito crítica, tendo a rebeldia em comum com a de hoje em dia. Podemos perceber também que os jovens Caetano, Gilberto e Chico (no auge dos seus 20 e poucos anos) tinham um engajamento político-cultural que fez mudar o pensamento artístico da época e que até hoje influencia a arte por aqui..

O longa é mais uma prova da qualitativa safra do cinema brasileiro, em especial os documentários. Seria uma boa pedida vê-los exibidos na escola, já que o seu uso na educação pode ser fundamental.

Texto da colaboradora Thais Nepomuceno - @thaisNepo_

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Veja o trailer e a ficha do filme de Uma Noite em 67










Uma Noite em 67 :: Crítica é um post original do blog dos Grandes Filmes.

Salt diverte os fãs de ação :: Crítica

Salt, do diretor Phillip Noyce, chega aos cinemas com bastante alarde. Não é para menos, o longa é estrelado por Angelina Jolie. Trata-se de mais um filme de espionagem, um verdadeiro thriller de ação onde Jolie interpreta a agente Evelyn Salt, uma mistura de McGyver, Carmen Sandiego e Jason Bourne. No entanto, ao contrário de Angelina, o filme não brilha tanto.

Evelyn, uma agente da CIA, é acusada por um desertor de ser uma espiã russa, a partir daí ela foge e vira alvo da agência americana. Sinopse um tanto familiar, não acham? Se tivesse Wesley Snipes ou Tommy Lee Jones protagonizando eu poderia jurar que já tinha visto o filme.

A anti-heroína Salt era originalmente um homem, que seria destinado a Tom Cruise (ótimo em filmes de ação), mas ele recusou por conta da similaridade com Ethan Hunt, de Missão: Impossível. Porém, Angelina não deixa a peteca cair; o longa ganha com presença dela, que esbanja talento no gênero. Diz a lenda, que ela usou dublês em poucas das cenas.




Outra similaridade, como citei acima, é com a trilogia Bourne, mas com resultado inferior. Mesmo deixando uma brecha para uma possível continuação, a Carmen Sandiego da vez não tem a qualidade da trilogia encabeçada por Matt Damon. Salt ganha a plateia muito mais por suas sequencias de ação.

As reviravoltas na história, a beleza e voracidade de Angelina podem surpreender os fãs do gênero e tornar o filme atrativo. Se não fosse pela atriz, ele provavelmente não seira tão agradável, já que o roteiro não prima por seus diálogos.
Apesar de tudo isso, Salt pode ser um deleite para os fãs dos filmes de ação nessas férias.

Texto da colaboradora Thais Nepomuceno - @thaisNepo_

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Veja o trailer e a ficha do filme de Salt

O Bem Amado é obrigatório para os eleitores :: Crítica

O Bem Amado é uma das estreias nacionais mais esperadas. E faz jus à fama. Depois do sucesso na televisão e no teatro, aporta agora nos cinemas.

A história do prefeito corrupto Odorico que desvia dinheiro público para a construção de um monumental cemitério na fictícia Sucupira, que até então não o tinha. Como todo político tem a oposição, aqui ela é representada por ninguém menos que Tonico Pereira no papel de Vladmir, sendo também redator do jornal Trombeta. Depois de um ano de construído, o cemitério não é inaugurado, porque não há mortos na cidade. O que causa frustração no prefeito e alegria na oposição, que usa como argumento sua campanha.

O texto de Dias Gomes foi muito bem adaptado por Guel Arraes e Claudio Paiva; fazendo uso de expressões como “know-how cangacista”, ou “despido streap teasicamente”, ou até mesmo “sujeito bifacial”; coisas que só Odorico poderia falar. Causando na plateia gargalhadas e reflexões. O filme é mais que entretenimento, é denúncia. Mostra também um ciclo de maus governantes (sai o sujo e entra o mal lavado).

Fica claro que o elenco foi escolhido a ‘dedo’. Não vejo O Bem Amado sendo feito por outros que não eles. Todos afinadíssimos, com exceção de Maria Flor, que como sempre está apagadíssima. Aliás, o casal de enamorados formado por ela e Caio Blat ficou totalmente dispensável. As narrativas de Blat, porém, se tornaram muito bem construídas, mostrando a configuração da situação política. Edmilson Borges brilha como o coveiro que quando bêbado toma partido da oposição e quando sóbrio é o mais fiel empregado do prefeito, uma pequena alusão ao personagem brechtiano Sr. Puntilla, de peça homônima.

A narrativa adotada por Guel transforma o filme num grande espetáculo cinematográfico. Se utilizando de diferentes recursos narrativos para contar a história divertidamente. Uma delas a fotonovela, que garante muitas risadas. A trilha, figurino, montagem e direção de arte são impecáveis, embasbacando o mais crítico dos críticos. O filme tecnicamente é perfeito.

Em tempos de eleição, O Bem Amado deve ser decretado como obrigatório para todo o eleitor. Uma das principais estreias nacionais do ano, se não for a principal.

Texto da colaboradora Cabra da Peste - @thaisNepo_

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Veja o trailer e a ficha do filme de O Bem Amado

Resultado da Promoção Os Simpsons - Junho/2010

Chegamos ao final de junho e já temos o novo ganhador da promoção Os Simpsons.

O colaborador Ricardo Scalioni (@ricardoscalioni) irá levar para casa o DVD Os Simpsons Film Festival.

Segue abaixo quais foram os colaboradores cujos textos mais tiveram acessos em junho, segundo o Google Analytics:

1. Ricardo Scalioni - 1602 acessos
2. Fred Burle no Cinema - 554 acessos
3. Jéssica Batista - 512 acessos
4. Deh Mundin - 503 acessos

Parabéns ao Ricardo e obrigado a todos que enviaram seus textos, continuem mandando que em breve tem mais promoções.

Para ter seu texto publicado no blog dos Grandes Filmes clique aqui.

Atualização: Promoção Os Simpsons - Junho/2010

Publique seu texto no Grandes Filmes e concorra a um DVD Os Simpsons Film Festival

*****

Atenção para a atualização. Eu tinha anunciado que o prêmio seria O Especial dos Simpsons Para o Dia das Bruxas, mas o DVD simplesmente evaporou. Por isso, o prêmio será Os Simpsons Film Festival, que também tem episódios bem legais.

*****


Para participar é fácil. Basta enviar seu texto para o Grandes Filmes. Se ele for aprovado e publicado no blog, você estará concorrendo.

No final do mês, o colaborador que tiver atraído mais leitores levará o DVD.

As regras são:

1. A contagem das leituras será feita através do Google Analytics;

2. Será considerada para a premiação a soma das leituras, dentro do mês, de todos os textos enviados pelo colaborador (quanto maior a quantidade de textos, maiores as chances);

3. O colaborador pode indicar a partir de quando gostaria de ver o texto exibido no blog, mas a data de publicação será escolhida pela administração, de acordo com a conveniência do mesmo;

4. Todos os textos serão divulgados por nós da mesma maneira, em sites de publicação de posts, porém o colaborador também poderá divulgar o link de seus textos no twitter, orkut e onde mais desejar, desde que não faça SPAM;

5. Em junho, o prêmio será: Os Simpsons Film Festival

Clique aqui para enviar seu texto.

O Escritor Fantasma: Tenso e sufocante :: Crítica

O cineasta Roman Polanski está preso desde novembro de 2009 na Suíça, aguardando o processo de extradição para os EUA, onde foi condenado em 1978 por abusar sexualmente de uma garota de 13 anos, em 1973, cuja culpa ele mesmo assumiu em 1977, quando fugiu e se refugiu na França, onde ficou “protegido” até o ano passado.

Polêmico, ele concluiu este O Escritor Fantasma na prisão domiciliar suíça e ganhou, pelo trabalho, o urso de prata de melhor diretor no Festival de Berlim, em fevereiro deste ano. O roteiro do filme é baseado no romance The Ghost Writer, de Robert Harris, que denuncia assassinatos políticos promovidos pela CIA, agência de espionagem norteamericana.

No filme, Ewan McGregor vive o tal escritor fantasma, que é contratado para escrever a biografia do primeiro-ministro Adam Lang (Pierce Brosnan). Isolado numa ilha, ele desconfia que o seu retratado teria perseguido militantes islâmicos e que o escritor contratado antes dele, para a execução do mesmo serviço, foi encontrado morto numa praia. Começa aí uma intrincada trama, cheia de reviravoltas e com tom de sarcasmo à hipocrisia norteamericana.

Polanski conferiu ao filme uma aura de film-noir, com imagens cheias de sombras e um ambiente predominantemente acinzentado, sob constante clima nublado. Escolha genial, que sufoca não só o protagonista, como também o espectador, cada vez mais tenso com os acontecimentos e ansioso por um desfecho.

Ewan McGregor incorpora bem o seu ghost-writer e Olivia Williams entrega uma atuação adequadamente contida, mas a escolha de Polanski por atores como Pierce Brosnan e Kim Catrall (de Sex and the City) foi um tiro n'água. Ambos não conseguem se livrar da própria imagem para nos fazer acreditar em seus personagens. O resultado: interpretações frágeis.

Mesmo assim e com o auxílio de uma trilha sonora igualmente noir (excelente), o diretor consegue realizar uma obra consistente e que instiga o público até o final surpreendente e momentaneamente incompreensível.

Texto do colaborador Fred Burle no Cinema - @fredburle

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Veja o trailer e a ficha do filme O Escritor Fantasma

Resultado da Promoção Os Simpsons - Maio/2010

Chegamos ao fim de maio e é hora de revelarmos quem ganhou o DVD: Os Simpsons - Os Caçadores da Geladeira Perdida.

Fico feliz de ter recebido diversos textos de vários colaboradores diferentes. Em maio, foram publicados 9 posts.

A ganhadora do DVD foi a @ajessicabatista, criadora do blog Todos os vícios.

Veja abaixo os três primeiros colocados:

1. @ajessicabatista: 1828 acessos (3 posts)
2. @ricardoscalioni: 542 acessos (4 posts)
3. @catchingbirds: 272 acessos (1 post)

Em junho a promoção continua. Logo faço o post falando qual o DVD dos Simpsons que será dado para o colaborador que atrair mais acessos para o site.

Publique você também seu texto. Clique aqui para enviar.


Um Beijo Roubado :: Crítica

Em Um Beijo Roubado, a história é diferente dos dramas românticos normais. Não há morte, alguém tentado atrapalhar, um vilão ou um mocinho. Há apenas o amor, a ausência dele e o amadurecimento necessário para curar as marcas deixadas pela dor.

É como se ele gritasse que não adianta se esconder do mundo e esperar a dor ir embora, o que tem que ser feito é mudar. O tempo não vai parar e esperar que tudo se resolva, se você quiser que isso aconteça talvez passe a vida se escondendo atrás de um balcão com um pote de chaves dentro.

Além da diferença no roteiro há, também, a posição da câmera. Sempre atrás de uma vidraça ou com objetos na frente, dando a impressão de estarmos espiando a vida das personagens. Um clima voyeur que, pelo que andei lendo, é uma marca registrada do diretor Wong Kar Wai.

O ritmo do filme é lento, como aquela calma que acompanha a fossa e torna os dias tão longos.

É daqueles filmes de dar um aperto no coração. Não por ser triste, mas porque fica marcado na memória por semanas.

Texto da colaboradora Deh Mundin - @dehmundin

Quer ter seu texto publicado no Grandes Filmes? Clique aqui e saiba mais.

Veja o trailer e a ficha do filme de Um Beijo Roubado


Um Beijo Roubado :: Crítica é um post original do blog dos Grandes Filmes.

Grandes Filmes de A a Z: Chumbo Grosso (2007)

Quando se trata de humor, o inglês é um dos melhores e Chumbo Grosso (Hot Fuzz, 2007) é um ótimo exemplo disso.

Dirigido por Edgar Wright e estrelado por Simon Pegg e Nick Frost, Chumbo Grosso é o segundo da chamada "Trilogia de Sangue e Sorvete", composta por Todo Mundo Quase Morto (Shaun of the Dead, 2004), Chumbo Grosso e The Wolrd’s End (que ainda está em produção).

No filme, Pegg é um policial tão bom que faz com que os outros do departamento sejam considerados incompetentes. Por isso, é mandado a uma cidadezinha do interior onde, aparentemente, tudo é mais tranqüilo.

Chegando na cidade, ele conhece Frost um guarda local que é viciado em filmes policiais e sonha em imitar as cenas dos filmes.

Chumbo Grosso tem um humor diferente do que estamos acostumados a ver nos filmes americanos. Uma excelente escolha pra quem gosta de filme policial/comédia.

Texto do colaborador Ricardo Scalioni - @ricardoscalioni

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Trailer:



Ficha Técnica:

Hot Fuzz

Direção: Edgar Wright

Roteiro: Edgar Wright / Simon Pegg

Elenco: Simon Pegg / Martin Freeman / Bill Nighy / Robert Popper / Joe Cornish / Chris Waitt / Eric Mason / Billie Whitelaw / Nick Frost

Match Point e o acaso :: Crítica

Uma bola de tênis passeia graciosamente pela quadra. Vai de um lado para outro ao fundo de uma música clássica. Logo, o monólogo com sotaque irlandês se inicia: "O homem que disse: 'Eu prefiro ter sorte a ter bondade', viu profundamente a vida". A cena inicial de Ponto Final - Match Point (Woody Allen, 2005) deixa claro o que o filme mostrará ao longo da trama.

Tudo se encaixa para que a obra saia perfeita em sua concepção. Se muitos não acreditam que a sorte pode mover a vida de um homem, aqui vemos o contrário. A película conta a história do ex-tenista profissional Chris Wilton, bem interpretado por Jonathan Rhys-Meyers, que vai à Inglaterra para retomar sua vida fora das quadras e encontra uma família rica, uma mulher sedutora que balança sua estrutura e um dilema.

O novaiorquino Woody Allen precisou mudar o cenário da Grande Maçã e saiu dos Estados Unidos para gravar em paz e como merece, em Londres. Deu certo. A bela fotografia mostra um filme em que os ricos são ricos e os pobres tentam ser ricos porque... a vida é assim. Mas alguns contam com a sorte.

A bela Scarlett Johansson também se mostrou ótima no papel da atriz fracassada Nola Rice, a norteamericana que faz com que Chris saia do seu caminho e quase 'caia em tentação'. A voz rouca, o cigarro prostrado na boca carnuda e a camiseta branca fazem o cenário perfeito para qualquer mortal caia de amores por ela.

Chris faz as escolhas que julga serem certas, apesar de seu impulso querer outro caminho e seu dilema não se resume ao acaso. Fala também de escolhas, dolorosas ou não, que fazemos para atingir um determinado status. Será que o amor vale tanto a pena? Desejo ou rotina? Sonhar ou manter os pés no chão? Se arriscar ou continuar os caminhos que os outros traçam?

Quem ainda não assistiu Match Point e resolver fazê-lo encontrará uma trilha sonora impecável, diálogos interessantes, cenas maravilhosamente bem trabalhadas (principalmente as de sexo que, consideradas bregas por muitos, são dirigidas da maneira clássica, como Woody normalmente conduz o assunto), além de um desfecho inesperado - bem, também não esperem o inesperado. Afinal, tudo depende... é uma questão de sorte!

Texto da colaboradora Jéssica Batista - @ajessicabatista

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Veja o trailer e a ficha do filme de Match Point - Ponto Final

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Grandes Filmes de A a Z: Beijos e Tiros (2005)

Shane Black, que alguns o conhecem por ser o roteirista da quadrilogia Maquina Mortifera, estréia na direção com o filme Beijos e Tiros (Kiss Kiss, Bang Bang de 2005), e posso dizer que estreou bem.

Um filme policial que é uma espécie de sátira do gênero, bem engraçada por sinal. O elenco principal, formado por Robert Downey Jr. e Val Kilmer, está atuando com excelência, principalmente o primeiro.

Resumindo, Downey Jr. é um ladrão que, ao fugir da policial, acaba fazendo um teste de elenco para uma série de TV e passa. Para fazer o papel, o personagem de Downey deve realizar um laboratório, seguindo um detetive de verdade, a partir daí é só curtir o filme e se divertir bastante.

Ótima trama, situações engraçadíssimas, piadas afiadas. Beijos e Tiros é daqueles que você assiste para relaxar, sem compromisso. Fica ai minha dica.

Texto do colaborador Ricardo Scalioni - @ricardoscalioni

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Ficha Técnica:

Kiss Kiss Bang Bang

Direção: Shane Black

Roteiro: Shane Black (baseado em Brett Halliday)

Elenco: Robert Downey Jr. / Val Kilmer / Michelle Monaghan / Corbin Bernsen / Dash Mihok / Larry Miller / Rockmond Dunbar

Hora de Voltar :: Crítica

Andrew Largeman (Zach Braff) é um jovem ator que mora em Los Angeles e volta para sua cidade natal quando recebe a notícia de que sua mãe faleceu.

Andrew tem um difícil e frio relacionamento a acertar com seu pai, um psiquiatra que lhe receita medicamentos para depressão desde a infância. Por essa razão, ele vive dopado e não consegue chorar mesmo em momentos muito tristes de sua vida, como no próprio enterro da mãe.

Mas em meio a reencontros com parentes e amigos bem diferentes, Andrew vai a um consultório e acaba conhecendo a pessoa que mudará a forma de enxergar sua vida. Sam é uma garota super enérgica e mentirosa compulsiva, que dará outro rumo à sua estadia na cidade, além de nos proporcionar boas risadas.

Hora de Voltar tem um roteiro aparentemente simples, com frases marcantes e atuações dignas de um bom filme independente por parte de Zach e, principalmente, Natalie - sem contar a ótima trilha sonora que vai de Indie Pop com The Shins a Folk com Simon and Garfunkel.

Vale ressaltar também a primeira aparição no cinema de Jim Parsons, o Sheldon Cooper de The Big Bang Theory, interpretando Tim, um amigo de Andrew.

Zach Braff, conhecido do público como J.D., o protagonista da série Scrubs, faz de Hora de Voltar um longa "bipolar" para esbanjar risos com seu humor frio, mas também provocar emoções calmas e estranhas ao mesmo tempo.

Texto do colaborador Paulo Ferreira - @catchingbirds

Veja o trailer e a ficha técnica de Hora de Voltar

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