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Livro Jogador Número 1 e suas referências cinematográficas - parte 2

Como disse no primeiro texto, Jogador Número 1, de Ernest Cline, possui centenas (talvez até milhares) de referências a tudo o que diz respeito aos anos 80. O livro já começa com uma citação obscura de Os Caça-Fantasmas e segue passeando por filmes e séries da minha infância.

Tosqueira de infância

O Último Guerreiro das Estrelas - Tosqueira dos anos 80

Continuando a leitura, logo em seguida tive a grata surpresa de ver que um dos filmes que eu mais adorava quando era criança tem uma posição de destaque na história. Ao se logar no Oasis (para saber o que é o Oasis, leia Jogador Número 1 e suas referências cinematográficas – parte 1), a frase de verificação de Wade Watts é tirada do ultra-tosco O Último Guerreiro das Estrelas.

Durante muito tempo sonhei em “zerar” um jogo e descobrir que, na verdade, ele era um programa de recrutamento para uma armada estelar.

O Último Guerreiro das Estrelas (The Last Starfighter, de Nick Castle, 1984) - Um adolescente consegue chegar no final de um jogo de fliperama, que na verdade é uma máquina que testa possíveis futuros guerreiros estelares. Quando a tropa é destruída, o terráqueo passa a ser a última esperança da galáxia. Estrelado por Lance Guest, Robert Preston e Dan O'Herlihy. (pag 37)


Dá-lhe John Hughes

Na página 50 são citados nada menos que 6 comédias / dramas adolescentes dirigidos ou escritos por John Hughes. Três deles são classificados como “fantasias de menina tola”: Gatinhas e Gatões, A Garota de Rosa-Shocking e Alguém Muito Especial. Os outros três como “fantasias de menino tolo”: Mulher Nota Mil, Clube dos Cinco e Curtindo a Vida Adoidado, o maior clássico de Hughes.

Gatinhas e Gatões

Gatinhas e Gatões (Sixteen Candles, de John Hughes, 1984) – Uma garota está completando 16 anos, mas toda sua família esquece disso, por causa do casamento da irmã mais velha. Enquanto sonha em namorar o menino mais bonito da escola, ela tenta lutar contra a impopularidade - Estrelado por Molly Ringwald, Anthony Michael Hall, Justin Henry e John Cusack.

Clube dos Cinco

Clube dos Cinco (The Breakfast Club, de John Hughes, 1985) – Cinco adolescentes de grupos diferentes acabam ficando em detenção juntos. Apesar de a princípio não se suportarem, acabam tendo que se conhecer melhor para lidar com suas diferenças - Estrelado por Molly Ringwald, Anthony Michael Hall, Emilio Estevez e Paul Gleason.

Mulher Nota 1000

Mulher Nota Mil (Weird Science, de John Hughes, 1985) – Dois geeks decidem utilizar toda sua inteligência para criar a mulher perfeita. E nada mais perfeita, no anos 80, que a Kelly LeBrock - Estrelado por Anthony Michael Hall, Ilan Mitchell-Smith, Kelly LeBrock, Bill Paxton e Robert Downey Jr.

Curtindo a Vida Adoidado

Curtindo a Vida Adoidado (Ferris Bueller's Day Off, de John Hughes, 1986) – Prestes a se formar no colégio, o popular Ferris Bueller decide matar aula e levar sua namorada e o melhor amigo para um dia de diversão na cidade. Twist and Shout na veia. - Estrelado por Matthew Broderick, Alan Ruck, Mia Sara, Jeffrey Jones, Jennifer Grey e Charlie Sheen.

A Garota de Rosa-Shocking

A Garota de Rosa-Shocking (Pretty in Pink, de Howard Deutch, 1986) – Garota pobre, que estuda em uma escola de riquinhos, sonha em conseguir um lindo vestido para o baile do colégio. Enquanto ela sonha com o bonitão da escola, seu melhor amigo se mostra totalmente fiel a ela - Estrelado por Molly Ringwald, Harry Dean Stanton, Jon Cryer, James Spader e Andrew MacCarthy.

Alguém Muito Especial

Alguém Muito Especial (Some Kind of Wonderful, de Howard Deutch, 1987) – Inverta os sexos de A Garota de Rosa-Shocking e temos Alguém Muito Especial. O cara é apaixonado pela menina mais popular e não percebe que sua melhor amiga é quem faz tudo por ele - Estrelado por Eric Stoltz, Mary Stuart Masterson e Lea Thompson.


As Trilogias Sagradas de Halliday

Na página 82, o protagonista cita o que o criador do Oasis chamava de As Trilogias Sagradas. Não há muito o que discutir:

Star Wars – Trilogia Original (George Lucas, 1977 / Irvin Kershner, 1980 / Richard Marquand, 1983) – A história da luta de Luke, Léia e Han Solo para salvar a galáxia do império do mal, controlado por Palpatine e seu aprendiz, Darth Vader.

Star Wars – Nova Trilogia (George Lucas, 1999 / 2002 / 2005) – A história de como o jovem jedi Anakin Skywalker se tornou o temível Darth Vader.

O Senhor dos Anéis (Peter Jackson, 2001 / 2002 / 2003) – A saga do anel, criada por J.R.R. Tolkien, levada às telonas pelo diretor Peter Jackson.

Matrix (Irmãos Wachowski, 1999 / 2003 / 2003) – Humanos rebeldes lutam pela sobrevivência em um mundo onde as pessoas estão escravizadas pelas máquinas e vivem dentro de uma realidade virtual.

De Volta Para o Futuro (Robert Zemeckis, 1985 / 1989 / 1990) – Um cientista excêntrico transforma um DeLorean em uma máquina do tempo. Acidentalmente, o jovem Martin McFly é enviado para 30 anos no passado e altera o curso da história. A partir daí, ele e o cientista devem corrigir os eventos diversas vezes, para não destruir tudo o que eles conhecem, seja no passado, no presente ou no futuro.

Indiana Jones (Steven Spielberg, 1981 / 1984 / 1989 / 2008 / ????) – As aventuras de um arqueólogo chamado Indiana Jones, que viaja para lugares exóticos buscando artefatos e brigando contra nazistas (ou comunistas). Obs. O Halliday diz que Indiana Jones é uma trilogia pois “todos os filmes” lançados depois de A Última Cruzada (1989) devem ser ignorados. Hoje temos apenas um, mas na história, pelo jeito, foram lançados mais alguns filmes na série.

Mad Max (George Miller, 1979 / 1981 / George Miller & George Ogilvie, 1985) – Em um futuro pós apocalíptico, um policial deve enfrentar gangues que tomam conta do deserto australiano.

Podemos ver que o Halliday, como todo bom nerd, era muito chegado em trilogias.

Será que ele escondeu seu “easter egg” em uma cidade Gungan, guardada por um perigoso exército de Jar-Jar Binks? Eu definitivamente teria medo de encontrar centenas de Jar-Jars, tropeçando e batendo suas orelhas em mim...

E, em breve, a terceira parte do texto, com um pequeno guia para curtir ainda mais a busca pelo Easter Egg de Halliday.

Leiam também:
Jogador Número 1 e suas referências cinematográficas - parte 1
Livro Jogador Número 1 e suas referências cinematográficas - final

Said The Whale faz homenagem a De Volta Para o Futuro

A banca canadense Said The Whale fez uma bela homenagem ao filme De Volta Para o Futuro, do Robert Zemeckis.

Lines, da banda Said The Whale, homenageia De Volta Para o Futuro

No clipe da sua nova música Lines, a banda recriou a cena do baile "Encanto Submarino", o lugar onde George beija pela primeira vez Lorraine, enquanto Marty toca guitarra.

O clipe é imperdível e a música é uma baladinha bem legal.

Confiram e acompanhem a letra abaixo:




Lines
(Said The Whale)

Where we go wrong
Every street to be crossed
We spoke a lot to each other
I spin against the winds
Down the cemetery lane
We got some dirt in air
And .. in the west

I got the most important line
I got the most important line for you
For you
I got the most important line
I got the most important line for you
For you

With every stretch .. feel the ..
Horizon was brighter we made some lot of .. some gambling first
.. the choices we made important date to lovers and ...
Seems frightfull but is hardly the case
I got my father .. and my mother atention to everyy single detail
.. should fail

I got the most important line
I got the most important line for you
For you
I got the most important line
I got the most important line for you
For you

And i know it breaks your heart to simply let it go
And i know it breaks your heart to see me letting go

I got the most important line
I got the most important line for you
For you
I got the most important line
I got the most important line for you
For you

Vi lá no Blog BTTFPt (um blog bem interessante para quem é fã de De Volta Para o Futuro)

O que faz um filme clássico ser um clássico?

Segundo o detentor de todo conhecimento mundial, o senhor onipotente Google, uma das definições para o termo clássico é “autor ou obra que pode servir de modelo, cujo valor é universalmente reconhecido”. Costumamos estudar os autores “clássicos” na escola, ler sobre a arquitetura “clássica” em revistas, assistir aos “clássicos” do futebol na televisão. Mas quando se fala de filmes clássicos, as coisas se embaralham um pouco.

Michael J. Fox em De Volta Para o Futuro

Isso porque cada um de nós temos as obras que consideramos clássicas. Nossos preferidos estão no topo da lista, e fazemos uma confusão de títulos e atores. Além disso, muitos entendem a expressão "filme clássico" como filme antigo, o que não é verdade. Muitos dos antigos são clássicos, mas isso só porque eles já estão a mais tempo no limbo do cinema, já receberam muitas críticas e foram incessantemente estudados. Acabam se tornando clássicos com o passar do tempo, porque marcaram uma época ou inovaram em algum aspecto. Por exemplo, A Origem já é considerado um clássico, mesmo sendo um filme de 2010, enquanto De Volta Para o Futuro (1985) demorou alguns anos para chegar a esse patamar.

Não sei se há como explicar melhor o que faz um filme clássico se tornar um clássico. Essa característica independe de sua produção, direção, bilheteria ou “idade”. Filmes clássicos são aqueles que se destacam, ou quando são lançados ou por algo que só é identificado posteriormente. Eles inovam em fotografia, ou na linguagem, ou no conteúdo, ou em qualquer outra parte da obra.

Por isso, achei muito conveniente fazer uma lista com alguns exemplos para ilustrar o que digo. Ela está em ordem cronológica, e eu espero que consiga me fazer entender.

Clark Gable e Vivien Leigh em ...E o Vento Levou

1- ... E o Vento Levou (Gone with the Wind, de Victor Fleming, 1939): Adaptação de um livro homônimo. Uma mocinha muito safada, que acaba virando enfermeira e sente na pele a dor e a fome na guerra. Com um casamento por interesse e um final inesperado, este filme encabeça muitas listas de clássicos e marcou sua época, ganhando vários prêmios e chocando os conservadores.

2 - Cidadão Kane (Citizen Kane, de Orson Welles, 1941): Um filme muito interessante, que mesmo antes de ser lançado já era controverso. Revolucionou as técnicas narrativas e de enquadramento, e se tornou uma grande herança para o cinema. Ao inverter a narrativa, Orson Welles criou um mito do cinema, considerado o melhor da história pelo American Film Institute.

3 - Casablanca (Casablanca, de Michael Curtiz, 1942): Baseada em uma peça de teatro, o filme é norte-americano, se passa no Marrocos, e narra a história de europeus fugindo de cidades tomadas pelo nazismo. Entendeu? Ele é sempre lembrado por seus diálogos fortes e memoráveis, com um uso profundo de cinismo e ironias. A frase “Esse é o início de uma bela amizade” é dele, assim como a marcante “Sempre teremos Paris”. Além disso, ele contém muitos erros de continuidade, mas isso não impediu que ganhasse algumas estatuetas douradas e entrasse nesta lista! Um ótimo filme.

4 - Deus e o Diabo na Terra do Sol (Deus e o Diabo na Terra do Sol, de Glauber Rocha, 1964): Um nacional nos representando na lista. Este filme de Glauber Rocha é um dos muitos que revolucionaram a linguagem cinematográfica nacional, marcando não só o Cinema Novo, mas também toda a história do cinema. A trama não só é original, como a forma com que é contada é totalmente diferente. Glauber criou algo que nos causa espanto até hoje. Foi indicado para uma Palma de Ouro, em Cannes.

Malcolm McDowell em Laranja Mecânica

5 - Laranja Mecânica (A Clockwork Orange, de Stanley Kubrick, 1971): Adaptação de um livro homônimo. Apesar de ser um filme de baixo orçamento, ele contou com a direção de Stanley Kubrick, que é um gênio. Se passa numa Inglaterra futura, narrando a história de um jovem chamado Alex, que tem um gosto muito peculiar, fala um língua chamada nadsat e é líder de uma gang. Ele acaba passando por poucas e boas, é levado a uma espécie de tratamento mental e reinserido na sociedade. O filme tem forte cunho político, uma temática profundamente controversa e põe em cheque muitas questões de sua época.

6 - O Poderoso Chafão (The Godfather, de Francis Ford Coppola, 1972): Mais uma adaptação de um livro homônimo. Definitivamente um filme de peso pra história do cinema mundial, com Francis Ford Coppola na direção e nomes como Marlon Brando, Al Pacino, James Caan, Robert Duvall e Diane Keaton, só para citar alguns. Conta a história de uma família de mafiosos e de como é o funcionamento interno da máfia, uma espécie de família em que favor cumprido é favor cobrado. Não farei revelações, não há como explicar, tem que assistir. É um dos melhores filmes da história do cinema e vale muito a pena ver e rever muitas e muitas vezes.

7 - Noivo Neurótico, Noiva Nervosa (Annie Hall, de Woody Allen, 1977): Uma comédia romântica para aliviar a tensão. Dirigida e estrelada por Woody Allen, conta a história de um humorista judeu que se apaixona por uma cantora em início de carreira, interpretada por Diane Keaton. Aliás, nesta época eles eram de fato um casal. O filme aborda modos de vida e comportamentos que começaram na década de 70 e continuam até os dias de hoje. Contrasta profundamente com seus contemporâneos no cinema norte-americano, muito mais sombrios e pesados que as crônicas engraçadas e românticas de Woody Allen.

8 - De Volta Para o Futuro (Back to the Future, de Robert Zemeckis, 1985): Uma ficção científica, mãe de todo o imaginário de uma geração sobre viagens no tempo. Marty McFly não é um cara muito inteligente, nem muito bonito, nem muito várias coisas, mas a simpatia com ele só aumenta durante o filme, principalmente porque ele é desses que só se ferra, principalmente quando se junta com o Dr. Brown. Esse filme começou a entrar para a lista de clássicos não tem nem 10 anos, e acredito que isso venha de uma mudança no cenário da crítica cinematográfica.

Ralph Fiennes em A Lista de Schindler

9 - A Lista de Schindler (Schindler's List, de Steven Spielberg, 1993): Adaptação do livro Schindler's Ark. Dirigido por Steven Spielberg, narra a história de Oskar Schindler, um tcheco do partido nazista que salva a vida de mais de mil judeus, ao contratá-los para trabalhar em sua fábrica. O filme foi profundamente aclamado pela crítica, seja pela sua temática, seja pela sua montagem, seja pelo “modo de fazer” de Spielberg. A obra é considerada uma das melhores realizações cinematográficas da década de 90 e foi filmado, em sua maior parte, em preto e branco, apresentando cores apenas em seu prólogo e epílogo, e a cor vermelha em duas cenas especiais. Para quem acha que isso é uma inovação recente, o este filme é imperdível.

10 - A Origem (Inception, de Christopher Nolan, 2010): O grande filme do ano passado já está nas listas mais atualizadas de clássicos. Uma obra com enredo surpreendente, fotografia maravilhosa e trilha sonora envolvente. Ele trabalha algumas questões muito abstratas, mas ao mesmo tempo bem presentes em nossas vidas, lidando com a matéria dos sonhos como algo palpável e o subconsciente como algo que pode ser trabalhado. Ele marcou o ano passado por todas as suas discussões, inovações e efeitos especiais mais que perfeitos. Um filme que valeu a pena ser visto na grande tela.

Assistiu a algum desses clássicos? O que é clássico para você? Quais são os seus filmes clássicos? Deixe seus comentários.

Top 12 filmes para o Natal

Sabe aquela hora depois do almoço de Natal, em que está todo mundo de barriga tão cheia que não cabe nem mais uma uva passa? É a hora de assistir a um bom filme!

Segue uma lista de 12 filmes que irão deixar o seu dia 25 de dezembro muito mais divertido. Passe na locadora e prepare-se para o pós-ceia!


Animação:

Rudolph - A Rena do Nariz Vermelho

Rudolph - A Rena do Nariz Vermelho (1964) – Clássico repetido à exaustão pelo SBT, nos anos 80. A Rena do Nariz Vermelho foi uma animação stop motion, produzida para a TV americana em um especial patrocinado pela General Electric. Conta a história de Rudolph, uma pequena rena que é humilhada pelos seus amiguinhos por ter o nariz vermelho. Quando o Natal é ameaçado devido a uma terrível tempestade de neve que impede o Papai Noel de entregar os presentes, Rudolph tem a chance de provar seu valor. Eu assistia todos os anos!


O Natal de Charlie Brown

O Natal de Charlie Brown (1965) - Outra animação que sempre passava na TV, durante a minha infância. Charlie Brown se sente frustrado com a forma como as pessoas estão encarando o Natal. Ao procurar uma árvore para a peça escolar que está montando, o garoto pode finalmente encontrar o verdadeiro espírito natalino. Um dos grandes desenhos de todos os tempos. Imperdível!


O Conto de Natal do Mickey

O Conto de Natal do Mickey (1983) – Adaptação feita pela Disney de Um Conto de Natal de Charles Dickens. Scrooge (Tio Patinhas) é um velho avarento e infeliz que trata mal a todos à sua volta, além de tratar seu funcionário Cratchit (Mickey) como um escravo. Na véspera de Natal, Scrooge recebe a visita dos três Espíritos do Natal, que vão lhe mostrar o que será de sua vida se não mudar sua atitude.

Clique aqui para ver O Conto de Natal do Mickey


O Estranho Mundo de Jack

O Estranho Mundo de Jack (1993) – Fábula imaginada por Tim Burton. Em O Estranho Mundo de Jack, um esqueleto morador da Cidade do Halloween se encanta com o Natal e decide tomar para si a responsabilidade por esta data tão festiva. Ao seqüestrar o Papai Noel para substituí-lo na entrega dos presentes, Jack acaba criando uma série de problemas que poderão destruir o Natal. Uma curiosidade: muita gente acha que a animação é dirigida por Tim Burton, o que está errado; seu diretor é Henry Sellick, que também dirigiu Coraline e O Mundo Secreto.


O Expresso Polar

O Expresso Polar (2004) – Baseado no livro de Chris Van Allsburg, O Expresso Polar conta a história de um menino que não acredita mais em Papai Noel, mas acaba embarcando em uma viagem mágica, que tem por objetivo trazer de volta a magia do Natal para crianças incrédulas. Apesar de ser uma animação muito bonita e bem feita, dá para perceber que em 6 anos, as animações de seres humanos ficaram infinitamente melhores. Ainda assim, vale a pena ver.


Anos 80:

Gremlins

Gremlins (1984) - Este é um filme de Natal que subverte tudo. Em vez de uma história feliz e edificante, temos um presente que acaba gerando centenas (talvez milhares) de monstrinhos assassinos, prontos para devorar a tudo e a todos. Quando um garoto ganha um Mogwai de presente de Natal, não imagina o que acontecerá caso não siga as regras básicas de criação do bichinho: 1) nunca molhá-lo; 2) não expô-lo à luz forte; 3) nunca alimentá-lo depois da meia-noite. Filme que não é especificamente sobre o Natal, mas que diverte muito às crianças.


Santa Claus - A Verdadeira História do Papai Noel

Santa Claus - A Verdadeira História do Papai Noel (1985) – Outro “clássico do SBT”, que passava em absolutamente todos os natais. Um duende (Dudley Moore) se sente desprestigiado pelo Papai Noel e acaba fugindo do Pólo Norte. No mundo “normal”, se junta a um empresário ganancioso e sem escrúpulos e é enganado por ele, colocando em risco a vida de diversas crianças no mundo todo.


Esqueceram de Mim

Esqueceram de Mim (1990) – Ao sair em sua viagem de Natal, uma família com várias crianças “esquece” o filho mais novo em casa. Para piorar a situação, uma dupla de ladrões resolveu usar o feriado, onde diversas famílias viajam e deixam a casa vazia, para roubar todas as mansões da vizinhança, colocando a vida do pequeno Kevin (Macaulay Culkin, engraçadinho em um de seus primeiros papéis) em perigo. Ver o Macaulay escrotizando o Joe Pesci durante mais da metade do filme é bizarro, mas bem divertido.


Clássicos:

A Felicidade Não Se Compra

A Felicidade Não se Compra (1946) – Um verdadeiro “grande filme” de Frank Capra. Um candidato a anjo recebe a missão de salvar a vida de um empresário que acaba de ir à falência e pretende se suicidar na véspera de Natal. O homem (James Stewart) acha que é um fracassado cuja vida não faria falta a ninguém, mas o anjo mostra a ele todo o mal que aconteceria às várias pessoas à sua volta, caso ele deixe de existir. Um filme belíssimo e inesquecível.


O Milagre da Rua 34

O Milagre na Rua 34 (1947) – Um velho bondoso e barrigudo é contratado para ser o Papai Noel de uma grande loja em Nova Iorque. Ele contagia a todos, exceto sua chefe, com seu jeito gentil e verdadeiro, mas acaba sendo internado como louco ao insistir em afirmar que realmente é o Papai Noel. Quando um advogado tenta provar que ele não está maluco, apenas uma garota, a filha da chefe, parece acreditar nele.


Natal de mulherzinha: (Alarme de sarcasmo e ironia)

Simplesmente Amor

Simplesmente Amor (2003) – Uma comédia romântica saborosa, com diversas histórias de amor que se cruzam, na Inglaterra, às vésperas do Natal. Vários tipos de amor são mostrados no filme: primeiro amor, amor entre irmãos, entre pai e filho, platônico, arrebatador, etc. Tudo isso com ótimos atores e atrizes. Gosto muito deste!


Natal de macho: (Alarme de sarcasmo e ironia)

Duro de Matar

Duro de Matar (1988) – O policial John McClane acabou de chegar à festa de Natal da empresa em que sua esposa trabalha. O que ele não sabe é que o prédio está prestes a ser invadido por terroristas em busca de... Bem, isto não é importante. O importante é ver o Bruce Willis andando pelos tubos de ventilação do Nakatomi Plaza e acabando com os homens de Hansssss (um dos maiores vilões do cinema). Em toda festa de final de ano que eu vou, fico esperando ansiosamente por John McClane invadindo o local pela janela, estourando o vidro com uma metralhadora na mão... Sempre torna a festa mais divertida para mim!


E vocês? Quais os filmes que não podem faltar no seu dia de natal? Digam nos comentários!

Top 12 filmes para o Natal é um post original do blog dos Grandes Filmes.

Os Fantasmas de Scrooge, de Robert Zemeckis (2009)



A Christmas Carol

Direção: Robert Zemeckis

Roteiro: Robert Zemeckis (baseado em Charles Dickens)

Elenco: Jim Carrey / Gary Oldman / Robin Wright Penn / Colin Firth / Michael J. Fox

Sinopse:

Na véspera de Natal, três fantasmas - do Passado, do Presente e do Futuro - visitam um homem que não acredita no espírito natalino.


Mais informações sobre este filme no FilmeCast #001

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