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Rango (2011) :: Trailer






Grandes Filmes TV:




Rango

Direção: Gore Verbinski

Roteiro: James Ward Byrkit / John Logan / Gore Verbinski

Elenco: Johnny Depp / Timothy Olyphant / Abigail Breslin / Bill Nighy / Isla Fisher / Alfred Molina / Ray Winstone / Claudia Black / Alanna Ubach / Stephen Root / Gil Birmingham / Harry Dean Stanton

Imagens:

Rango, de Gore Verbinski

Sinopse:

Ao viajar para o Oeste com a sua família, um camaleão chamado Rango (Johnny Depp) acidentalmente fica preso num velho povoado ocidental chamado Dirt. Cercado pelos loucos habitantes de Dirt, Rango embarca numa empolgante viagem para descobrir o herói dentro de si.



Para saber mais sobre o Johnny Depp, acesse o site brasileiro sobre o ator: www.johnnydepp.com.br

Rango (2011) :: Trailer é um post original do blog dos Grandes Filmes.

#GFTV 1 - Rango, de Gore Verbinski (2011)


Conheça Rango, a animação dirigida por Gore Verbinski e que contará com as vozes de atores como Johnny Depp, Timothy Olyphant, Abigail Breslin, Alfred Molina e Bill Nighy.

Veja os 2 trailers já disponibilizados para o filme.

Vídeo piloto deste novo projeto do blog dos Grandes Filmes, a Grandes Filmes TV.

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Para saber mais sobre o Johnny Depp, acesse o site brasileiro sobre o ator: www.johnnydepp.com.br

Príncipe da Pérsia :: Crítica

Fui assistir Príncipe da Pérsia sem grandes expectativas. Esperava mais um filme de ação, com efeitos razoáveis, alguma correria, personagens exóticos... Em tudo isso, Príncipe não decepcionou.


Um garoto órfão é adotado pelo rei da Pérsia, mas anos depois é injustamente acusado de sua morte. O assassinato acontece logo após os exércitos persas invadirem uma cidade sagrada, sob o falso pretexto de que eles vendiam armas para inimigos do reino (uma referência à Guerra do Iraque?).

Com a morte de seu pai adotivo, príncipe Dastan tem que fugir da cidade com a ajuda da princesa Tamina. Só que ele não sabe que a mesma é a guardiã de uma adaga mágica, que permite que seu possuidor volte no tempo, adaga essa conquistada por Dastan durante a invasão da cidade.

E toda a trama se desenrola com Dastan tentando provar sua inocência, ao mesmo tempo que Tamina quer impedir que a adaga caia em mãos erradas. Em torno do trono, há uma história de traição, um tanto óbvia para quem já viu filmes do gênero.


Os pontos fortes, para mim, foram as cenas de Dastan por cima dos telhados das cidades, cenário bem conhecido por quem jogava Príncipe da Pérsia desde o tempo dos velhos PCs 386dx. Os movimentos do protagonista lembram muito os dos videogames, principalmente os saltos.


Apesar de ter achado toda a trama envolvendo as "Areias do Tempo" meio confusa, gostei da sequência do templo sendo consumido pela areia, e da solução encontrada, também um tanto óbvia, mas válida para a história (não vou entrar em detalhes para não estragar).

O maior problema foi mesmo o elenco. Jake Gyllenhaal não se sobressai como esperamos de um protagonista, não que ele tenha atrapalhado, mas falta aquele algo mais que os heróis têm que ter. Os dois melhores atores, Ben Kingsley e Alfred Molina, também não têm uma atuação marcante. Já Gemma Arterton, a princesa, foi quem achei mais fraca no elenco principal, apesar de muito bonita.

Outra coisa que me incomodou foi a duração do filme. 120 minutos foi demais. Dava para enxugar um pouco o roteiro e fazer um filme mais curto.

No fim, Príncipe da Pérsia é um filme mediano. Uma boa diversão, desde que você não espere muita coisa. Levando-se em conta que os filmes baseados em games costumam ser uma bomba, podemos dizer que Príncipe foge da regra.



***

Para encerrar, uma pequena "canelada" ocorrida no Espaço Unibanco Pompéia, onde fomos assistir ao filme. Ainda na fila reparei que aparecia nos monitores, acima da bilheteria: "Sala 2 - Príncipe da Pércia". Tentei fotografar, mas a câmera do meu celular não é das melhores. Felizmente (ou não), os bilhetes também estavam com esta grafia, digamos, "alternativa".



Impressionante!!!

Veja também: Trailer e ficha técnica do filme

Príncipe da Pérsia :: Crítica é um post original do blog dos Grandes Filmes.

Príncipe da Pérsia: As Areias do Tempo, de Mike Newell (2010)




Prince of Persia: The Sands of Time

Resenha: Príncipe da Pérsia: não espere muita coisa e divirta-se

Direção: Mike Newell

Roteiro: Doug Miro / Carlo Bernard / Jordan Mechner / Boaz Yakin (baseado em Jordan Mechner)

Elenco: Jake Gyllenhaal / Gemma Arterton / Alfred Molina / Ben Kingsley / Steve Toussaint / Toby Kebbell / Richard Coyle / Ronald Pickup / Reece Ritchie

Imagens:



Sinopse:

Um príncipe guerreiro (Gyllenhaal) relutantemente une forças com uma misteriosa princesa (Gemma Arterton, de 007 Quantum of Solace) e, juntos, eles lutam contra forças obscuras para proteger uma antiga adaga capaz de liberar as Areias do Tempo - um dom dos deuses que dá à pessoa que o possui o poder de controlar o mundo.

Educação :: Crítica

O primeiro amor é sempre avassalador. No cinema, é sempre um tema com várias nuances a serem exploradas. Seja o namorinho inocente entre duas crianças (“Meu Primeiro Amor”, de 1991), seja com um toque de fantasia e simbologia (“Peixe Grande”, de 2003), seja em sua forma platônica (“O Profissional, de 1994) ou da forma tradicional (“Diários de Uma Paixão”, 2004). No último ano, um dos títulos mais comentados pelos Oscar-Buzzers do mundo virtual era justamente um que tratava deste tema – ou melhor, falava sobre o famigerado “coming of age”, também um assunto bastante recorrente em obras Hollywoodianas.

Estou falando sobre o filme britânico “Educação” (An Education, 2009), dirigido pela dinamarquesa Lone Scherfig, e indicado a 3 categorias no Oscar deste ano, incluindo Melhor Filme e Melhor Atriz para a então desconhecida Carey Mulligan. Mulligan interpreta Jenny, uma menina de 16 anos (detalhe: a atriz tinha 23 ao fazer o papel) que se prepara para estudar na prestigiosa universidade de Oxford, quando se apaixona por um homem bem mais velho.

David (Peter Saarsgard) e Jenny se encontram por uma felicidade do acaso, em meio à chuva, logo no início da película. Há um encantamento mútuo – Jenny se deslumbra com David, tão diferente dos rapazes da sua idade; e ele pensa o mesmo em relação a ela, uma verdadeira raridade mesmo entre as mulheres mais velhas, uma menina que se adora música, artes plásticas e cinema, especialmente quando são oriundos da França. O grande obstáculo para que o amor se concretize seria, em teoria, o conservador pai de Jenny, Jack (Alfred Molina em um brilhante desempenho).

Jenny vai, então, recebendo a educação que nunca teve (e que nunca teria) na escola, deixando seus professores e a diretora da instituição (uma pequena participação da sempre ótima Emma Thompson) de cabelos em pé.

“Educação” foi roteirizado por Nick Hornby, um autor literário que eu particularmente amo, e é baseado nas memórias de Lynn Barber. É um belo filme, muito bem cuidado nos aspectos técnicos (trilha sonora, edição, e principalmente figurinos e direção de arte), mas cuja grande atração é mesmo o elenco. Emma Thompson ótima com o pouco tempo que lhe foi dado, Saarsgard está competente como de costume, e temos uma rápida aparição de Sally Hawkins (de “Simplesmente Feliz”), interpretando uma personagem-chave na história.

Mas o filme pertence mesmo a dois atores. Alfred Molina foi injustamente esquecido pela Academia por seu emocionante trabalho como o pai de Jenny. Stanley Tucci merecia uma indicação há tempos, mas seu trabalho em todo “Um Olhar do Paraíso” não chega a 10% do que Molina fez em uma única cena (um diálogo especialmente marcante com a personagem de Carey).

E falando em Carey, que revelação! A menina dá conta do recado lindamente ao conseguir nos envolver no mundo de sua personagem. Poucas vezes vi uma atriz jovem fazer isso. Nos últimos 5 anos, pelo menos, pouquíssimas conseguiram. É um daqueles momentos mágicos onde você assiste ao filme e pensa: “nasce uma estrela”. Talvez por isso, e não pela semelhança física (que neste filme existe, de fato), que choveram comparações com a eterna diva Audrey Hepburn, em seu primeiro grande filme, “A Princesa e o Plebeu”. Não sou muito fã deste tipo de comparação, ainda mais quando vem dos próprios críticos de cinema. Isso é sinônimo de pressão para que Carey siga essa linha “Audrey” de agora em diante. E é por isso que eu espero que ela recuse o papel de Eliza Doolittle, no remake de “My Fair Lady”.

Mas algo me diz que, independente do que ela faça no futuro, vamos ouvir falar bastante de Carey Mulligan...

Texto da colaboradora Camila Henriques - @scarlettdubois

Trailer e ficha técnica de Educação

Educação :: Crítica é um post original do blog dos Grandes Filmes.

Educação, de Lone Scherfig (2009)



An Education

Direção: Lone Scherfig

Roteiro: Nick Hornby / Lynn Barber

Elenco: Carey Mulligan / Olivia Williams / Alfred Molina / Cara Seymour / Matthew Beard / Peter Sarsgaard

Imagens:




Sinopse:

A transição da jovem Jenny da adolescência à idade adulta, na Grã-Bretanha no início dos anos 60, na passagem do período ultrarrígido que se seguiu à Segunda Guerra Mundial para a década liberal que viria a seguir. Ela é uma aluna brilhante dividida entre estudar para conseguir uma vaga em Oxford ou seguir pela alternativa mais excitante oferecida por um homem mais velho e carismático.


Educação, de Lone Scherfig (2009) é um post original do blog dos Grandes Filmes.

Aprendiz de Feiticeiro, de Jon Turteltaub (2010)



The Sorcerer's Apprentice

Direção: Jon Turteltaub

Roteiro: Carlo Bernard / Matt Lopez / Lawrence Konner / Doug Miro / Mark Rosenthal (baseado em Johann Wolfgang Goethe)

Elenco: Nicolas Cage / Monica Bellucci / Jay Baruchel / Alfred Molina

Sinopse:

Um ajudante de mago tenta utilizar as magias do mestre para realizar as tarefas que lhe foram incubidas, mas acaba perdendo controle sobre os poderes.

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